Thursday, May 18, 2006
5 perguntas rápidas
Luís Nunes, figura maior do panoramama quizisitico nacional, insigne director deste blog e elemento dos Ursinho, será o organizador da importante jornada de Maio. Como é da praxe, fomos saber o que nos espera na próxima sexta-feira. Cinco pergunta
Luís, este é, salvo erro, o primeiro quiz de cascata que organizas. Como tem sido esta fase preparatória de feitura e organização das perguntas? Está a ser mais complicado do que pensavas? E o jogo já está au point ou ainda te faltam afinar uns últimos detalhes?Bem, de facto organizar este jogo é mais difícil do que se pensa. Começamos cheios de força a inventar perguntas, sobre os temas que mais te são caros. O problema é que depois tens a sensação de andar sempre à volta do mesmo assunto. Mas penso que o jogo está au point.
.
Muita tauromaquia, história e política; nenhuma ciência e nem cheiro “daquelas coisas que só o Miguel Maia sabe”. Poderá vir a ser isto uma sinopse do teu jogo?Diria que sim. Como já disse faz falta entrar por outros temas, outra linha de jogo. Sendo obviamente sempre abrangente.
Poesia química, nomes das equipas, letras de canções. A neutralidade social das “perguntas temáticas” foi brutalmente rompida no último mês, quando tivemos o 25 de Abril. Irás repor o equilíbrio das coisas do mundo com 13 perguntas sobre o 28 de Maio ou o tema será outro?
Eu não sei se estamos em sintonia, mas isso é verdade. Haverão perguntas sobre o 28 de Maio e o 13 de Maio. Lembrei-me de fazer isso no último jogo, de Abril...Para além disso vai ainda haver um outro tema que me é muito caro. A mim e a todos os jogadores do Quiz de cascata.
Na tua última crónica, criticavas o Filipe Bravo e a Paula Lagarto, bem como as equipas, pela excessiva duração do jogo e pelo ruidoso “granel” que houve na sala. Vais preparado para impedir que estas situações se repitam? E já agora, quem te irá coadjuvar na contagem dos pontos?Vou inovar e pela primeira vez vamos ter uma dupla masculina na organização. Para provar que os homens também sabem fazer contas. Em relação à disciplina, já discuti com o João e penso levar cartões amarelos e vermelhos para controlar o granel. Cada cartão amarelo menos um ponto, cada vermelho menos dois. Infelizmente tem que ser posto à votação, no início...
Numa entrevista anterior, afirmaste que irias facultar 60% das respostas a elementos da tua equipa antes do jogo. Ora, tendo em conta vossa perfomance até ao momento, isso irá chegar para atingirem o pódio uma vez mais, ou acreditas mesmo que 60% é suficiente para ganharem? Mais a sério, sabendo os perfis das equipas de topo, apontas alguma como favorita à vitória no teu jogo?
Acho que todas as equipas têm boas hipóteses de fazer boa figura. Vai haver perguntas nunca vistas e quem sabe não haverá surpresas.
Luís, este é, salvo erro, o primeiro quiz de cascata que organizas. Como tem sido esta fase preparatória de feitura e organização das perguntas? Está a ser mais complicado do que pensavas? E o jogo já está au point ou ainda te faltam afinar uns últimos detalhes?Bem, de facto organizar este jogo é mais difícil do que se pensa. Começamos cheios de força a inventar perguntas, sobre os temas que mais te são caros. O problema é que depois tens a sensação de andar sempre à volta do mesmo assunto. Mas penso que o jogo está au point.
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Muita tauromaquia, história e política; nenhuma ciência e nem cheiro “daquelas coisas que só o Miguel Maia sabe”. Poderá vir a ser isto uma sinopse do teu jogo?Diria que sim. Como já disse faz falta entrar por outros temas, outra linha de jogo. Sendo obviamente sempre abrangente.
Poesia química, nomes das equipas, letras de canções. A neutralidade social das “perguntas temáticas” foi brutalmente rompida no último mês, quando tivemos o 25 de Abril. Irás repor o equilíbrio das coisas do mundo com 13 perguntas sobre o 28 de Maio ou o tema será outro?
Eu não sei se estamos em sintonia, mas isso é verdade. Haverão perguntas sobre o 28 de Maio e o 13 de Maio. Lembrei-me de fazer isso no último jogo, de Abril...Para além disso vai ainda haver um outro tema que me é muito caro. A mim e a todos os jogadores do Quiz de cascata.
Na tua última crónica, criticavas o Filipe Bravo e a Paula Lagarto, bem como as equipas, pela excessiva duração do jogo e pelo ruidoso “granel” que houve na sala. Vais preparado para impedir que estas situações se repitam? E já agora, quem te irá coadjuvar na contagem dos pontos?Vou inovar e pela primeira vez vamos ter uma dupla masculina na organização. Para provar que os homens também sabem fazer contas. Em relação à disciplina, já discuti com o João e penso levar cartões amarelos e vermelhos para controlar o granel. Cada cartão amarelo menos um ponto, cada vermelho menos dois. Infelizmente tem que ser posto à votação, no início...
Numa entrevista anterior, afirmaste que irias facultar 60% das respostas a elementos da tua equipa antes do jogo. Ora, tendo em conta vossa perfomance até ao momento, isso irá chegar para atingirem o pódio uma vez mais, ou acreditas mesmo que 60% é suficiente para ganharem? Mais a sério, sabendo os perfis das equipas de topo, apontas alguma como favorita à vitória no teu jogo?
Acho que todas as equipas têm boas hipóteses de fazer boa figura. Vai haver perguntas nunca vistas e quem sabe não haverá surpresas.
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Comments:
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"Para além disso vai ainda haver um outro tema que me é muito caro. A mim e a todos os jogadores do Quiz de cascata."
Bordeis ou novelas?
Bordeis ou novelas?
Da próxima vez que fizeres um quiz e não souberes as respostas, informa-te antes... A tua namorada pode saber muito de arquitectura, mas o quiz é da tua responsabilidade, não dela... E tenta ter a humildade de aceitar a versão de quem diz saber o que não sabes...
http://www.serralves.com/p/ms_architect.html
http://www.serralves.com/p/ms_architect.html
Queria só dizer ao para mim que se calar devia ter a boca calada em relação a conversas que tenho em privado com ele.
Que eu saiba falhou mais de metade das perguntas que lhe foram perguntadas e acho que só um surdo ou um cretino pode afirmar que não admiti o erro na própia noite. O que era impossível era alterar classificações e repetir rondas.
Que eu saiba falhou mais de metade das perguntas que lhe foram perguntadas e acho que só um surdo ou um cretino pode afirmar que não admiti o erro na própia noite. O que era impossível era alterar classificações e repetir rondas.
O quizz foi mauzote mas que diabo o rapaz estava virgem no assunto. Foi a primeira vez e podiam ser mais condescendentes. Outros mais experientes, como se pode verificar pelos bigodes, tambem fizeram uns quizes de co'co'
O jogo teve virtudes várias.
A forma como o LT encarou com evidente fair-play e capacidade de encaixe a parte final do jogo, em que era impossível ter mão naquilo.
Soube reconhecer os erros e conseguiu ultrapassar alguns, com a dignidade possível que o momento deixava.
Destaco, porque protagonizei isso, a forma como reconheceu que yuan é, de facto, a moeda da China. Ok Ok... também chamada de renmimbi, mas nos dias de hoje quase já ninguém se lembra disso.
(para confirmar perguntas deste tipo sugiro o World Factbook da CIA, que está na net).
Aceitou, e muito bem, que o ponto não era nosso mas de quem antes tinha dito primeiro yuan.
Mas aconteceram outras situações.
Por outro lado, parece-me que houve bastante trabalho na feitura do jogo, várias horas 'perdidas' naquilo (e eu sei do que falo...).
Perguntas giras (o Puglia, por exemplo), perguntas novas, perguntas variadas.
Teve erros, já se sabe. Não é novidade para ninguém.
Tal como o meu jogo teve erros, o do Picolino, o do Bigodes etc... e como aposto que o do Júlio vai ter.
Não me parece razão para chatear a cabeça ao LT por isso, nem para escrever posts como o 'para mim' faz. (Aposto que o 'para mim' não fazia um jogo melhor... se tivesse coragem para o fazer).
Não me parece que seja pelos erros que as coisas tenham descambado (ainda) mais que o costume.
O que poderá explicar então o clima alarve que se apossou da sala?
Não ajudou nada o tema 28 de Maio, que foi entendido (e penso que sem equívoco) como uma provocação, um mês depois do nosso jogo. Não fomos só nos a sentir isso, foram várias equipas, como o LT deve ter percebido (acredita: várias...).
Junta-se a isso a inaudita dificuldade média do jogo, com a regra a ser a pergunta a dar a volta a sala para não ser respondida... e não foi só no nível 3! o panorama começou logo no 1!
Um cocktail explosivo: perguntas erradas, perguntas do Estado Novo e, sobretudo, perguntas que ninguém alcançava...
...Assim não há sala que aguente.
Sinceramente, peço desculpa por alguma ironia excessiva que tenha utilizado.
Sinceramente o digo, porque reconheço que o LT merece mais consideração de todos.
Pela coragem de ter feito um jogo, pelo esforço evidente. Por ter procurado ser o mais possível justo na condução do jogo.
Pelo simples facto de gostar tanto como nós de quizes.
Porque para a próxima fará melhor (e seria lamentável que não houvesse uma próxima).
O LT pode ser saudosista do Estado Novo, nós preferimos relembrar o 25 de Abril. Ok, adiante, o que nos une é o gostar de quizes e é nisso que temos de apostar.
Para o mês que vem teremos todos uma bela ocasião para tornar o quize da Ajude um espaço MESMO de convívio e sã competitividade, não algo que mais parecia o Templo dos Macacos dos Livro da Selva.
O quiz vai ser do Júlio, uma figura consensualmente simpática e que costuma fazer jogos agradáveis de jogar (o chamado 'quiz à Júlio'), mesmo que alguns erritos (que os vai haver, vai...).
Vamos todos fazer menos merda dessa vez, ok?
FB
A forma como o LT encarou com evidente fair-play e capacidade de encaixe a parte final do jogo, em que era impossível ter mão naquilo.
Soube reconhecer os erros e conseguiu ultrapassar alguns, com a dignidade possível que o momento deixava.
Destaco, porque protagonizei isso, a forma como reconheceu que yuan é, de facto, a moeda da China. Ok Ok... também chamada de renmimbi, mas nos dias de hoje quase já ninguém se lembra disso.
(para confirmar perguntas deste tipo sugiro o World Factbook da CIA, que está na net).
Aceitou, e muito bem, que o ponto não era nosso mas de quem antes tinha dito primeiro yuan.
Mas aconteceram outras situações.
Por outro lado, parece-me que houve bastante trabalho na feitura do jogo, várias horas 'perdidas' naquilo (e eu sei do que falo...).
Perguntas giras (o Puglia, por exemplo), perguntas novas, perguntas variadas.
Teve erros, já se sabe. Não é novidade para ninguém.
Tal como o meu jogo teve erros, o do Picolino, o do Bigodes etc... e como aposto que o do Júlio vai ter.
Não me parece razão para chatear a cabeça ao LT por isso, nem para escrever posts como o 'para mim' faz. (Aposto que o 'para mim' não fazia um jogo melhor... se tivesse coragem para o fazer).
Não me parece que seja pelos erros que as coisas tenham descambado (ainda) mais que o costume.
O que poderá explicar então o clima alarve que se apossou da sala?
Não ajudou nada o tema 28 de Maio, que foi entendido (e penso que sem equívoco) como uma provocação, um mês depois do nosso jogo. Não fomos só nos a sentir isso, foram várias equipas, como o LT deve ter percebido (acredita: várias...).
Junta-se a isso a inaudita dificuldade média do jogo, com a regra a ser a pergunta a dar a volta a sala para não ser respondida... e não foi só no nível 3! o panorama começou logo no 1!
Um cocktail explosivo: perguntas erradas, perguntas do Estado Novo e, sobretudo, perguntas que ninguém alcançava...
...Assim não há sala que aguente.
Sinceramente, peço desculpa por alguma ironia excessiva que tenha utilizado.
Sinceramente o digo, porque reconheço que o LT merece mais consideração de todos.
Pela coragem de ter feito um jogo, pelo esforço evidente. Por ter procurado ser o mais possível justo na condução do jogo.
Pelo simples facto de gostar tanto como nós de quizes.
Porque para a próxima fará melhor (e seria lamentável que não houvesse uma próxima).
O LT pode ser saudosista do Estado Novo, nós preferimos relembrar o 25 de Abril. Ok, adiante, o que nos une é o gostar de quizes e é nisso que temos de apostar.
Para o mês que vem teremos todos uma bela ocasião para tornar o quize da Ajude um espaço MESMO de convívio e sã competitividade, não algo que mais parecia o Templo dos Macacos dos Livro da Selva.
O quiz vai ser do Júlio, uma figura consensualmente simpática e que costuma fazer jogos agradáveis de jogar (o chamado 'quiz à Júlio'), mesmo que alguns erritos (que os vai haver, vai...).
Vamos todos fazer menos merda dessa vez, ok?
FB
Mais uma vez se vê que as criticas mais duras são de quem não conhece as dificuldades de se apresentar um quiz. Em junho vou tentar fazer um jogo sem erros (Ola Felipe, um abraço) e sem afirmações de estilo ou outras. Vai ser um jogo simples e directo com um tema como seculo XX ou Natureza visto que a ambição pode ser madrasta. Em relação ao LT penso que acima de tudo manteve uma admiravel dignidade até ao fim e aquele "Ooooiçam" vai ficar para sempre na nossa memoria. Julio Alves
Bem, mais um comentário de desagravo ao Tirapicos:
Subscrevo o (excelente) comentário do Filipe, bem como o do Rocaforte (buona sera, ragazzo! boa sorte para amanhã e vê lá se o Moggi não vos suborna as torres) e o do Júlio (natureza? que merda é essa? dahhh...mais vale um seculo qq, mesmo que não seja o XX)
Se o Luís pecou na autocrítica foi por excesso, jamais por defeito - aquilo no fim até fez lembrar um bocado o maoismo ou o polpotismo. Erros técnicos houve o do Yuan (de louvar a correcção) e o do Siza. E no caso do Tour, que tanta celeuma provocou, ele tinha razão. Enfim, bastaria um pequeno exercicio de memória - eu e as sinopses, o João Silva e a F1, o Pascoalinho e a Parker, o Filipe e as balanças - para perceber o óbvio: um quiz livre de erros é como um mundo livre de iniquidades - uma utopia pateta que tira a razão e o bom juízo a muito boa gente.
Concordo genericamente com a avaliação do FB quanto ao ambiente histriónico da sala. Mas julgo que não explica tudo. Quanto a este assunto - e não só, acabei de escrever uma carta aberta à comissão organizadora que brevemente será publicada neste blog.
E gostei das perguntas do 28 de Maio - e não apenas por saber a resposta a muitas ou, ainda menos, por alguma espécie de revanchismo político.
O 28 de Maio foi, tal como o 25 de Abril, um golpe de estado apoiado entusiasticamente pela esmagadora maioria da população. Pôs fim a uma "democracia de um só partido", a um regime doente, liberticida, anti-democrático (talvez aquele, desde a guerra civil, em que uma menor percentagem da população tinha direito a voto), persecutório da liberdade de culto, dominado, com mão de ferro, pela clique radical do Partido Democrático. Tal como o Marcelismo, doente em estado terminal e incapaz de se regenerar.
Que depois tenha degenerado numa ditadura, lamenta-se, mas daí não decorre nenhuma malignidade intrínseca no acontecimento. Aliás, grande parte dos fautores do 28 de Maio transformaram-se em ferozes opositores ao regime do estado novo - a começar pelo próprio almirante Mendes Cabeçadas (tb herói do 5 de Outubro e maçon). Resultou, a prazo no estado novo, como o 25 de Abril resultou no Prec e poderia também ter evoluído para uma ditadura. Num caso houve o 25 de Novembro e o tontinho do Vasco, noutro um professor de finanças competente e ambicioso e um plesbicito.
Mas o que legitima o tema, e torna arrepiantes processos de intenções dirigidos a supostas ambições provocatórias é uma coisa bem mais simples: tanto um acontecimento como outro fazem parte, para o bem e para o mal, do nosso património histórico.
Que haja quem assim não o entenda, só prova o predomínio cultural da esquerda, que conduz a uma arrogância preconceituosa e uma assumida superioridade moral (mas, na maioria das vezes, como no caso do FB, inconsciente). A este propósito, vide o que tem escrito o Professor Rui Ramos.
Resumidamente: um jogo bem trabalhado, com perguntas a fugir ao óbvio (as de telenovelas são abomináveis, mas o que talvez não faça sentido são os jogos sucessivos sem uma pergunta sobre o tema), e conduzido com uma bonomia simpática e um forte sentido de justiça. Quanto ao nível de dificuldade, também me pareceu excessivo, mas gostava de analisar os números. Lá para o verão, se houver pachorra, ainda faço um tratamento estatístico de todos os jogos até à data, para avaliar, com rigor, esta coisa.
Subscrevo o (excelente) comentário do Filipe, bem como o do Rocaforte (buona sera, ragazzo! boa sorte para amanhã e vê lá se o Moggi não vos suborna as torres) e o do Júlio (natureza? que merda é essa? dahhh...mais vale um seculo qq, mesmo que não seja o XX)
Se o Luís pecou na autocrítica foi por excesso, jamais por defeito - aquilo no fim até fez lembrar um bocado o maoismo ou o polpotismo. Erros técnicos houve o do Yuan (de louvar a correcção) e o do Siza. E no caso do Tour, que tanta celeuma provocou, ele tinha razão. Enfim, bastaria um pequeno exercicio de memória - eu e as sinopses, o João Silva e a F1, o Pascoalinho e a Parker, o Filipe e as balanças - para perceber o óbvio: um quiz livre de erros é como um mundo livre de iniquidades - uma utopia pateta que tira a razão e o bom juízo a muito boa gente.
Concordo genericamente com a avaliação do FB quanto ao ambiente histriónico da sala. Mas julgo que não explica tudo. Quanto a este assunto - e não só, acabei de escrever uma carta aberta à comissão organizadora que brevemente será publicada neste blog.
E gostei das perguntas do 28 de Maio - e não apenas por saber a resposta a muitas ou, ainda menos, por alguma espécie de revanchismo político.
O 28 de Maio foi, tal como o 25 de Abril, um golpe de estado apoiado entusiasticamente pela esmagadora maioria da população. Pôs fim a uma "democracia de um só partido", a um regime doente, liberticida, anti-democrático (talvez aquele, desde a guerra civil, em que uma menor percentagem da população tinha direito a voto), persecutório da liberdade de culto, dominado, com mão de ferro, pela clique radical do Partido Democrático. Tal como o Marcelismo, doente em estado terminal e incapaz de se regenerar.
Que depois tenha degenerado numa ditadura, lamenta-se, mas daí não decorre nenhuma malignidade intrínseca no acontecimento. Aliás, grande parte dos fautores do 28 de Maio transformaram-se em ferozes opositores ao regime do estado novo - a começar pelo próprio almirante Mendes Cabeçadas (tb herói do 5 de Outubro e maçon). Resultou, a prazo no estado novo, como o 25 de Abril resultou no Prec e poderia também ter evoluído para uma ditadura. Num caso houve o 25 de Novembro e o tontinho do Vasco, noutro um professor de finanças competente e ambicioso e um plesbicito.
Mas o que legitima o tema, e torna arrepiantes processos de intenções dirigidos a supostas ambições provocatórias é uma coisa bem mais simples: tanto um acontecimento como outro fazem parte, para o bem e para o mal, do nosso património histórico.
Que haja quem assim não o entenda, só prova o predomínio cultural da esquerda, que conduz a uma arrogância preconceituosa e uma assumida superioridade moral (mas, na maioria das vezes, como no caso do FB, inconsciente). A este propósito, vide o que tem escrito o Professor Rui Ramos.
Resumidamente: um jogo bem trabalhado, com perguntas a fugir ao óbvio (as de telenovelas são abomináveis, mas o que talvez não faça sentido são os jogos sucessivos sem uma pergunta sobre o tema), e conduzido com uma bonomia simpática e um forte sentido de justiça. Quanto ao nível de dificuldade, também me pareceu excessivo, mas gostava de analisar os números. Lá para o verão, se houver pachorra, ainda faço um tratamento estatístico de todos os jogos até à data, para avaliar, com rigor, esta coisa.
"Ok, o tema vai ser a influencia de Engels na vida sexual de Eva Braun. J.A."
Pá, conhecendo a qualidade da vida sexual dela e da produção intelectual dele, a correlação é óbvia. ahahah
Pá, conhecendo a qualidade da vida sexual dela e da produção intelectual dele, a correlação é óbvia. ahahah
Para que a anterior não suscite dúvidas:
"Professor Theo Morell added that Hitler was not strongly inclined to sexual activity...the mistress he married just before the two were believed to commit suicide. "They were accustomed to sleep in separate beds," the report revealed."
"Eva Braun. Nothing really concrete here. Some sources say she was only window dressing, or at least a companion in a non-sexual sense; others invoke the coprophilia thing; while still others, housekeepers, dueled over yes or no--that yes, they lived as a normal man and woman, meaning a sexual coupling, or no, there was never so much as one semen stain found in his bed."
"Professor Theo Morell added that Hitler was not strongly inclined to sexual activity...the mistress he married just before the two were believed to commit suicide. "They were accustomed to sleep in separate beds," the report revealed."
"Eva Braun. Nothing really concrete here. Some sources say she was only window dressing, or at least a companion in a non-sexual sense; others invoke the coprophilia thing; while still others, housekeepers, dueled over yes or no--that yes, they lived as a normal man and woman, meaning a sexual coupling, or no, there was never so much as one semen stain found in his bed."
Buonna sera a tutti quanti. So' quero dizer que se o Adolfo fizesse a Eva como deve ser nao se metia a fornicar toda a Europa. Alem disso o gajo gostava da sobrinha que se suicidou para evitar estar com ele o q diz muito da personalidade do animal q como sabem so tinha um tomate o q tb afecta. As psicologas q o digam !!
Passando a coisas mais importantes a Seleccao Nacional de Xadrez arrazou o Azerbeijao / nona equipa mundial / por 3.5 a 0.5 um resultado historico so possivel pela superior orientacao desse Mourinho dos tabuleiros que soube incutir nos jogadores um espirito ganhador jogando a lerpa com eles na vespera desse encontro decisivo!! Continuo a saber portuges este teclado e q nao tem acentos.Arriverdecci no vediammo doppo
Passando a coisas mais importantes a Seleccao Nacional de Xadrez arrazou o Azerbeijao / nona equipa mundial / por 3.5 a 0.5 um resultado historico so possivel pela superior orientacao desse Mourinho dos tabuleiros que soube incutir nos jogadores um espirito ganhador jogando a lerpa com eles na vespera desse encontro decisivo!! Continuo a saber portuges este teclado e q nao tem acentos.Arriverdecci no vediammo doppo
Queria pedir humildemente desculpas públicas ao Luís. É verdade que ele assumiu o erro. Eu assumo o meu erro em o ter criticado e é verdade que falhei mais de metade das perguntas. Aliás, gosto de falhar perguntas pois isso faz-me lembrar o escravo que segurava a coroa de louros de César nos seus desfiles triunfais e, enquanto o povo de Roma aplaudia a sua glória, o escravo sussurava ao ouvido de César: "Lembra-te que és apenas humano". Obrigado por lembrares que somos todos humanos, Luís. E vamos aprender com os erros e divertirmo-nos no próximo!
So mais uma adenda : entre o 28 de Maio e o 25 de Abril prefiro obviamente o segundo embora reconheça q sem um nao haveria o outro. Por outro lado,os mais estudiosos destes assuntos sabem q afinal nao existem grandes diferencas entre a economia do Estado Novo e a economia planificada sovietica : Ausencia de concorrencia,preços artificiais devido a subsidios ,sindicatos estatais, corte de todo o contacto com o exterior , GOSPLAN imperativo (no leste 5 anos,em Portugal 6 )etc etc etc... Afinal Salazar e Cunhal sao mais irmaos q inimigos : ambos cultos , inteligentes mas teimosa e estupidamente agarrados a um Mundo do seu idealismo adolescente. Mas o Mundo gira, apesar de tudo e de alguns ainda duvidarem.... E por isso q vao ficar na Historia c 2 linhas de rodape.
O problema do 28 de Maio foram as baionetas ou seja, não deu para enfiar umas flores nas espingardas, aquilo com umas margaridas já não nos saía da memoria. Alem disso tambem não existiam helicopteros na F.A.P. para atirar (tipo maná) as ditas flores sobre a multidão portanto, os jovens portugueses não são ignorantes em relacção á sua historia recente, existiram isso sim episodeos que sofreram de má gestão logistica.
Vamos lá a ver: o Hitler teve uma das melhores vidas sexuais de que há memória -- múltiplos parceiros, de ambos os sexos e todas as idades, posições exóticas, adereços com picos, gritos qb, cães, locais exóticos, you name it. E aguentou-a de pé durante cinco anos (embora com a ajuda manual do seu amigo Krupp e uns tantos milhões de judeus, ciganos e maricas)! Se a Eva não aproveitou, é porque não tinha andamento...
Melhor, só o Pol "Baton Rouge" Pot (embora numa escala mais pequenina, como bom oriental), e ainda longe do famoso Genghis "Quebra-bilhas" Khan.
Melhor, só o Pol "Baton Rouge" Pot (embora numa escala mais pequenina, como bom oriental), e ainda longe do famoso Genghis "Quebra-bilhas" Khan.
ninest123 12.25
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