Tuesday, January 22, 2008
Grandes Entrevistas QdC

R: Se fosse um jogo de futebol, diria que houve mais mérito próprio já que os adversários foram dignos vencidos. Verdades à parte, tivemos alguma sorte na vitória renhida de Maio (até porque eu ainda mal sabia as regras), mas em Janeiro, mesmo com alguma felicidade numa ou noutra directa, mostramos a combinação de organização e talento que caracterizam os Ursinhos. Os números falam por si.
R: Confirma-se que os computadores resolvem mesmo uma data de problemas. Sem cábulas amarfanhadas tudo ficou mais simples. As questões não eram desfasadas para os níveis a que correspondiam. Só me ficou atravessada na garganta aquelado Grão Ducado da Lituânia, mas já passou.
QDC – Muitos tem dito que foste um reforço determinante nos Ursinho. Daprimeira vez que jogaste em Maio do ano passado, os Ursinhos tiveram a suaprimeira vitória na história. Consideras-te um abono de família, um amuleto?
R: Se me considerasse um amuleto, além de me estar a considerar a mim mesmo como uma espécie de trevo de quatro folhas ou de pata de coelho ambulante, o que era estúpido, teria de me perguntar porque é que os Ursinhos desde Maio até Janeiro só por uma vez ficaram no pódio. Acho que vim dar uma pequena ajuda na categoria "coisas sem interesse prático que pouca gente sabe". Mas confesso que me deram um certo gozo as respostas "Carlos Oliveira", "Estelas e Farilhões" e"spip". E, claro, a maior ilha lacustre do mundo.
QDC – Patinaram na Capa da FHM. Tu como leitor atento de tal publicação,queres tecer algum comentário?
R: Não me tivessem feito ouvidos de mercador e jamais o erróneo nome de Helena Coelho teria saído da nossa mesa. Sem desprimor para a ex-senhora Marco Ferreira, claro, por quem tenho a maior das considerações.
QDC – Como chegaste aos Ursinho?
R: Na ausência da Leal Conselheiro, os restantes ursinhos convenceram-me a ir ao Quiz, só para ver o ambiente e eventualmente para tentar ajudar a uma ou outra resposta. Depois do período de observação, decidiram-se pela contratação definitiva. E devo confessar que o Quiz é viciante.
R: Depois desta entrada de leão, seria falsa modéstia dizer que não.
R: Não tendo ainda um conhecimento geral das equipas, até porque houve entradas e saídas, os Zbroing parecem-me muito fortes, provavelmente os grandes candidatos (e não só pelo último Quiz), os Mamedes não fazem jus ao seu inspirador e vão até ao fim, os Cavaleiros são os galácticos do momento e a nova Ordem da Fónix o supergrupo de quem se esperam grandes feitos. E claro que haverá surpresas e tomba-gigantes.
R: Prefiro olhar para as equipas como um todo. O colectivo é sempre melhor que o individual que faz prodígios e que depois não é acompanhado pelos companheiros, acabando por dar a resposta errada. Uma explicação mais prosaica é eu não ser grande coisa a associar nomes e caras e correr o risco de confundir pessoas.
QDC – Sabemos que és natural do Porto. Achas que o Quiz teria condições de implantação na cidade invicta?
R: Isso já eu ando a pensar desde que jogo começei. O problema é que julgo que no Porto ainda não há a cultura dos quizzes em pequenos bares, que começaram com a febre quizística. Seria preciso arranjar espaços para o efeito, e sobretudo pessoas que se interessassem, fossem regulares e tivessem uma ideia de como se joga. Se houvesse mais pessoas no Porto conhecedoras do Quiz, tudo seria mais fácil. Quem sabe se daqui a algum tempo não darei boas notícias sobre isso.
R: Não sou tradicionalista, excepto nalguns pequenos costumes, mas considero-me monárquico e católico. Sem o cunho da tradição política, o mais provável é que os seus indefectíveis me considerem um "monárquico com princípios republicanos" e um "católico modernaço". Até porque, horror dos horrores, também sou próximo da social-democracia, voto nas presidenciais e até acho o Dr. Soares simpático.
QDC – A vitória passa a valer dois pontos e as equipas que chegam ao nível 2 ganham automaticamente 2 pontos. Que te parece o novo sistema de pontuação?
R: É um bocado o sistema da Liga dos Campeões. Mas se for para aumentar acompetitividade, nada contra.
QDC – Pensas que deve ser permitida a prática de rotações, ou seja,substituições de jogadores entre cascatas. Enquanto jurista qual a tua opinião?
R: Juridicamente gostava de fazer uma analogia qualquer, mas não encontro nenhuma norma similar. De qualquer forma, não vejo problema algum nisso. Até pode atraír mais gente para as equipas.
QDC – Os Cavaleiros ficam mais fortes com Pascoalinho ou a sua entrada terá um efeito perverso ao nível de discussões sobre cinema com o Rogério?
R: Para além do efeito anulação em perguntas de cinema, as altíssimas expectativas, se forem frustradas num certo ponto (como aconteceu na primeira prova de fogo), podem levar a um resto de prova penoso. Esperemos pelo próximo quiz. Mas qual é a equipa que não gostaria de contar com o Pascoalinho?
QDC – Pensas que os Mineteiros deveriam mudar de nome de modo a tornar o Quiz mais divulgado e conhecido a nível nacional?
R: Não necessariamente, excepto talvez se a coisa alcançasse níveis mediáticos de relevo. Eu não diria o nome do grupo à minha mãe, mas na Academiada Ajuda a coisa passa sem problema. Talvez seja um exemplo das tais tradições a que não me oporia...
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Tuesday, October 30, 2007
Entrevista aos Ambité: "Para o ano contem connosco como um forte oustsider"
São a mais recente formação do Campeonato de Quiz de Cascata. Como motor (e, até ver, eixo, bielas, carburador e por aí fora) têm uma dupla que começou a dar nas vistas pelas boas perfomances nos Quizes do Papa na Barraca. São os Ambité, um nome cujas origens deixam, para já, algo veladas. Entraram em cena no jogo de Junho, foram presença simpática e animada no Arraial Quiz-Pride e entraram nos pontos no regresso do campeonato em Setembro - para natural supresa do auditório. E no mais recente jogo, voltaram a passar à segunda fase. Na primeira entrevista a este blog - que, como lerão, desempenhou um papel primordial na chegada destes quizzers à modalidade de cascata -, ficam Helder Clemente e o Miguel Fialho.Tal como a Cherry Darling sempre fomos adeptos do "maravilhoso conhecimento inútil
Como é que começaram a jogar quiz? Ao que apuramos só começaram a praticar esta modalidade na Barraca, não foi? Como é que se formou a vossa equipa?
Apuraram bem, as vossas fontes estavam correctas. De facto foi por acidente que fomos parar ao quiz da Barraca. Faz um ano em Novembro, íamos até ao porão de santos e ficámos sem gasolina mesmo à porta da Barraca. Entrámos e deparámo-nos com um rapaz sentado numa cadeira e com um microfone à frente e pensámos: “Olha, está um sit-down comediant a iniciar o espectáculo”. Era o Júlio. E o resto é história.
Antes disso, já gostavam destes jogos do maravilhoso conhecimento inútil?
Sim. Tal como a Cherry Darling sempre fomos adeptos do “maravilhoso conhecimento inútil”. Por onde passamos fazemos estragos em cada máquina de trivial. Infelizmente não há provas disso pois os recordes desaparecem passados 15 dias.
Sabemos que nas quartas da Barraca, têm apresentado resultados bastantes positivos. Ficaram surpreendidos com a vossa própria valia?
Obviamente que não.
Que plantel inscreveram? Quem são os Ambité?
Para todos os efeitos os Ambité somos nós os dois (Helder Clemente & Miguel Fialho). Temos vários special guest stars que conforme a disponibilidade aparecem e estamos a seleccionar para ver quem nos paga mais.
Ambité surge em 1989 como private joke e é uma espécie de grito de guerra inspirado num filme de … mas isso é uma longa história. Já agora, é uma palavra castelhana de acentuação grave. O acento no “é” serve apenas para facilitar a pronúncia.
Já na modalidade de Cascata, não têm estado nada mal para estreantes, conseguindo até já uma chegada aos pontos em apenas três jogos. Como aconteceu o processo da vossa entrada?
Após começarmos a jogar quiz na Barraca encontrámos este blog (QdC) e ficámos logo interessados. Fomos convidados pelo Júlio e pelo João, a quem agradecemos desde já a nossa presença, devido a haver vagas no quiz de Junho (agradecemos também aos baldas).
Que balanço fazem até ao momento?
O primeiro quiz cascata em que participámos (Junho) foi um pouco mono temático. O de Setembro gostámos (óbvio, pontuámos!). No de Outubro fomos roubados à conta do Stephen King apesar da mesa reconhecer o erro, o que foi decisivo para não chegarmos ao nível 3. Pelo meio houve o quiz-sardinhada de que gostámos bastante. Dada a disparidade ainda não percebemos o que é um quiz cascata típico. Se calhar não há.
E o ambiente mais tenso e competitivo da Academia, agrada-vos?
A academia tem óptimas condições, especialmente o serviço de bar. Em termos competitivos bring it on; já o ambiente tenso teria muito a ganhar se o espírito do quiz-sardinhada estivesse mais presente.
Quais são os pontos mais fortes e mais fracos da vossa equipa (por áreas de conhecimento)?
Os pontos fortes da nossa equipa são claramente os cognomes de todos os imperadores de todas as dinastias chinesas, excepto a Han, claro. Quanto aos pontos fracos, rezamos para que não nos calhem perguntas acerca do plantel do Messinense., por razões também óbvias.
Na cascata, qual é aquela resposta que ainda não se perdoam por ter falhado?
Há algumas, mas a Voight-Kampft ainda nos remói.
Quais as vossas ambições até ao final do campeonato?
Para quem chegou a meio as ambições passam por baralhar as contas aos três grandes. Para o ano contem connosco como um forte outsider.
Agrada-vos a ideia de virem a organizar um jogo na próxima edição?
Agrada-nos muito a ideia mas não no imediato. Ainda estamos em fase de adaptação.
Neste momento, em quem apostariam para o título: Mamedes ou Cavaleiros?
Desde uma madrugada no verão de 84 nunca mais apostámos em alguém de nome Mamede. Por outro lado desde que é moda os cavaleiros saltarem do cavalo e enfrentarem o touro olhos nos olhos com os resultados conhecidos…, a aposta é difícil. E prognósticos só no final do campeonato.
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Tuesday, October 23, 2007
Rogério dos Cavaleiros em entrevista: "Só tenho medo de não ser autêntico e o Fernando está cada vez mais senil"
Rogério, os Cavaleiros pareciam estar lançados para uma vitória confortável no QdC, mas tudo mudou com os resultados das últimas duas jornadas. Cantaram vitória cedo demais?
Penso que não, julgo que ainda vou ganhar o campeonato. Repara que digo vou, porque, caso aconteça, vencerei sozinho, obviamente, atendendo às míseras contribuições dos meus colegas de equipa. Devo ainda realçar que desde o início do campeonato não há equipa mais prejudicada que a nossa, ou, por conseguinte, não há, ninguém mais prejudicado do que eu, já que eu é que sou a equipa.
Mas as vossas más prestações nos últimos jogos, particularmente no de Outubro, não se deverá à falta do empenho e concentração que, mesmo para uma equipa tão forte, são essenciais?
Eu continuo empenhado e concentrado, é pena que os outros elementos não façam o mesmo. O Hugo bebe copos de leite, lançando a ignomínia e a vergonha sobre a nossa equipa e o ridículo sobre ele próprio, o Fernando está a ficar cada vez mais senil, parece uma velha alcoviteira nos intervalos sempre a dar à língua e depois durante o jogo é que vai fazer xixi. Por amor de Deus. Sobre o Fred prefiro não fazer comentários, mas entristece-me muito a forma como ele se tem apresentado. Aproveito para lhe lançar um apelo: Fred, se estás a ler isto, faz-te homem pá. Deixa de ser mariconço e rapa mas é o cabelo enquanto é tempo. O João julgo que é um caso perdido, não vale a pena bater mais no ceguinho.
Tal como o ano passado, vocês estão a fraquejar no ínicio da segunda volta. Como analisas o repetido comportamento do João Silva de se ausentar da mesa a meio do jogo de forma inopinada?
Isso e o facto de estar a começar a apresentar uma postura semelhante à do Fernando, preferindo estar a conversar nas mesas com as outras equipas quando nos são dirigidas perguntas, mas praticada de forma mais radical. Mas a ausência total de neurónios é muito mais relevante do que a física. Essa só revela uma grave desagregação mental e penso que há muito que ele devia estar medicado.
Como analisas as vossas hipóteses a partir daqui? Ainda são os principais, quase únicos, candidatos à vitória final?
É óbvio que as coisas estão mais complicadas, mas não me verão atirar a toalha ao chão, até porque disso há quem saiba mais que eu. Mas arrisco dizer que continuamos, ou melhor, continuo a ser o principal e único candidato à vitória final. Mais: independentemente da classificação final do campeonato, terei sido sempre o vencedor, mesmo que os resultados digam o contrário. Porque eu é que sou bom, tás a compreender? Devo ainda dizer que o quiz, neste momento, já não me traz a mesma satisfação de outrora. Os meus companheiros definham de uma forma assustadora e eu, sozinho, custa-me continuar. Vou talvez equacionar a adopção de outros hobbys como o modelismo ou as danças de salão.
O QdC soube que, no final do último jogo, tu e o Hugo estiveram reunidos. É verdade que falaram da hipótese de rolarem cabeças nos Cavaleiros?
É verdade. Falámos sobre isso e sobre outras coisas interessantes, mas são assuntos internos da equipa sobre os quais não me quero alongar muito.
Como tens avaliado a prestação dos teus colegas de equipa nos últimos jogos?
Tem sido horrível, fizeram a equipa, ou seja eu, perder a coesão que havia vindo a ser revelada nos pretéritos jogos. A pressão alta que gosto sempre de evidenciar não tem acontecido e ando a perder muitas cascatas e perguntas directas. Resumindo, estou a falhar na área dos adversários e na minha própria área. Quero voltar a ser aquela equipa dominadora dos primeiros jogos e algo tem de mudar. É preciso que os meus companheiros ouçam mais o que tenho para lhes dizer e que não sugiram certas alarvidades como respostas às perguntas. É fundamental que aceitem sem questionar a minha liderança. Quero ser um Enver Hoxha para eles, mas eles têm de o aceitar de livre vontade. Só assim é que no fim do campeonato poderei finalmente dizer que manietei o Alverca.
Insisto: há elementos dos Cavaleiros que correm o risco de perder o lugar? Há elementos que estão sob escrutínio atento?
Há. Há.
Assusta-te a possibilidade de, tal como o ano passado, morrerem à beira da praia?
Não. Só tenho medo de não ser autêntico. E, desta vez, os Mamedes irão estampar-se até porque não estará lá o Marco Vaza para nos perguntar quantos deputados foram eleitos pelo PRD em 87 e quantas etapas ganhou o Agostinho no mesmo nível em que lhes pergunta onde nasceu o Ramalho Eanes.
Neste momento, o que vos falta para regressarem às vitórias?
Falta resolver todas as questões que enunciei acima e falta também uma certa pontinha de sorte. Falta um pouco de inteligência aos meus companheiros e um pouco de tacto às pessoas que fazem os jogos, nomeadamente, na atribuição dos níveis das perguntas. E porque é que eu tenho sempre que levar com os lagos e com os feriados, e agora com o LoveSmart e o Estreito da Dinamarca no nível 1, enquanto que o resto da carneirada leva com as fáceis todas? Pois é, quem não chora não mama, já dizia o outro. Mas, como sou um optimista, estou convicto que neste próximo jogo a vitória será minha. Bora ali malhar naqueles rissóis de carne, ó cabeçudo?
Bora lá, bonifrates.
Obviamente, não fomos. No QdC regemo-nos por um elevado código de ética, tipo o da Al-Reuters, o NYT e assim. Não alinhamos em jogos duvidosos que nos coloquem em causa o rigor deontológico, excepto se for para lixar a administração Bush, Israel, igrejas, os conservadores, os Mamedes e essa malta assim.
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Sunday, July 08, 2007
Sérgio Costa e o jogo de hoje: "Preocupa-nos que exista gente disposta a abdicar de um domingo para isto.."
Sabemos que a estrutura do jogo será diferente do formato do campeonato, não é verdade?
SC – De certa forma sim. Acima de tudo, tentámos dar-lhe uns retoques para torná-la mais ágil, não por ser uma edição de festa e nos preocuparmos com quem vai jogar, mas simplesmente para ser mais fácil de desmontar, em caso de ser preciso uma fuga rápida.
MM - Bem, além disso Vai seguir o formato do já extinto (ou não) Quiz de Frielas, ou seja, parte escrita seguida de uma primeira parte com seis cascatas de nível fácil, 5 músicas e por fim oito cascatas de nível mais difícil. Mas como este vai ser um quiz que deve primar pela descontração é sempre possível umas alterações de última hora. O mais importante é que todas as equipas estarão em jogo até ao fim, não havendo as elimnações que ocorrem no Campeonato de Quiz Cascata.
E o nível de dificuldade das perguntas e a repartição temática?
SC- A chave da boa estruturação deste quiz é algo que está no segredo dos deuses. Como eles ainda não me disseram nada e creio que à Marta também não, vai ser algo estilo salada de frutas.
Traço geral, pode dizer-se que as perguntas de nível 3 deverão estar de folga, embora na minha ideia (algo muito falível) as últimas 3 ou 4 cascatas possam ser ligeiramente mais puxadas, para criar uma noção de ponta final emotiva ou então arranjarmos lenha para nos queimarmos.
Quanto a temas, creio que serão acima de tudo diversificados e apresentados "estilo mix", mas ainda ponderamos incluir cascatas de homenagem aos jogos do campeonato de cascata que já tiveram lugar, por exemplo com perguntas sobre benzeno, obras escritas por filósofos cegos, jogadores da IIIa divisão que usam a camisola "7" ou personagens do séc XVI que ostentaram bigode.
Um facilitismo que se alastrará ao cuidado e rigor na preparação das perguntas?
SC - Obviamente. Querendo dar a este quiz um ambiente festivo, utilizei o mesmo rigor que um feirante da Feira do Relógio usaria para defender a autenticidade do seu produto. Traço geral, confio que a Marta simbolize a parte idónea deste quiz, porque se dependermos de mim, estamos lixados.
No Domingo estarão na Academia várias pessoas que se estrearão em jogos de Quiz de Cascata. Terão isso em conta na elaboração do jogo?
SC – Essencialmente, o facto de esta gente estar disposta a abdicar de um domingo para isto, preocupa-me. De qualquer maneira, vou ainda tentar convencer a Marta a utilizarmos uma estratégia "good cop, bad cop", em que ela fará o papel de alguém que os faça sentir bem vindos e eu tudo farei para que se arrependam de ter participado em semelhantes aventura. Ou então não...
Após o jogo, seguir-se-á o arraial. Expectativas?
SC – Chegar lá vivo será bom. Não ser apedrejado com sardinhas e pão de Mafra será óptimo.
MM - Bem, as expectativas, como é óbvio, são altíssimas. Tendo em conta o excelente grupo de convidados, os brilhantes Dj's contratados e, como não poderia deixar de ser a maravilhosa comissão organizadora e o seus colaboradores da Academia da Ajuda, não se pode esperar, snão, uma noite memorável.
Muito obrigado por esta entrevista e que a sapiental inspiração das bhifanias vos acompanhe.
SC- Boa sorte a todos (vão precisar) e aquele abraço.
MM- Até logo então.
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Thursday, July 05, 2007
DJ Padilha e a esperança em um dia se tornar agricultor polígamo
DJ Padilha, para maioria dos nossos leitores, que não são connaiseurs, tu não passarás de uma mistificação ectoplasmática, envolvida numa nebulosa biografia. Mas, não só existes no mundo físico, como comprovarás isso mesmo no próximo Domingo. Afinal, quem é o DJ Padilha?
Posso adiantar já que o DJ Padilha pertence aquele tipo de gente que se refere a si próprio na terceira pessoa, em certos dias chega até a só a segunda do plural. Não respeita a autoridade, despreza qualquer Igreja reconhecida, ignora qualquer tipo de governo e está a leste de qualquer hierarquia militar (nem faz a menor ideia se o sargento é mais ou menos que o major). Frequenta anualmente os camarins da Festa do Avante e tem esperança em um dia se tornar agricultor polígamo, quem sabe até latifundiário com um harém!
Porque escolheu o DJ Padilha esta espinhosa carreira, quando poderia facilmente ser Papa, Director de um Centro de Saúde ou o pacificador do triângulo sunita? É a pulsão artística que o consome? São os contratos milionários que regulamente lhe outorgam?
A única satisfação que tira de ser DJ vem do facto de se fazer acompanhar sempre das três Étes, a Gorete, a Lisete e a Elisabete. São elas que o inspiram e segundo ele, por vezes até lhe dão sugestões que ele segue piamente. Traz no seu saco de arte sonora, autores tão diversos como Helena de Noronha, Simone de Oliveira, Os Malteses, Real Companhia ou o projecto Ginga, animando todas as idades e os mais diversos estratos sociais, que segundo ele deveriam ser eliminados por completo numa trituradora Moulinex. Tanto mistura Telectu com Carlos Paião, como Tânia Vanessa com Carlos Paredes. Não tem medo das fronteiras mais reais do espectro musical e até hoje mantém a crença numa harmonia universal em Si Bemol que a todos mostrará o tom (em vez da luz).
No arraial de Domingo, DJ Padilha partilhará os pratos com um dos demiurgos da cena djistica nacional, o MC Grandpa. Algum sentimento especial por isso?
Tem imenso orgulho e contracenar neste arraial com o experiente DJ Grandpa e até já lhe tentou ligar para os dois números de telefone, infelizmente estavam ambos desligados.
Expectativas para domingo, DJ Padilha?
Se existe uma frase que possa resumir a expectativa em relação a Domingo, ela é: Se puderem tragam leitores de CD's portáteis que eu só tenho um.
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Friday, May 04, 2007
Entrevista a Nuno Vitoriano: Sound Club Lapa - O Quiz intimista
Neste novo espaço de Alexandre Barbosa, uma das figuras míticas da movida da capital, Nuno Vitoriano e seus convidados farão o sem melhor para conquistar os habituées, curiosos e público que queira aderir a esta enriquecedora forma de lazer. Fomos então falar com o Nuno Vitoriano para saber mais detalhes do que poderemos esperar destas prometedoras noites de terça-feira:
Nuno, o que te levou a ti, um habituée em jogos de bar a passar para o "outro lado"?
Eu não me passei para outro lado, sosseguem as meninas que ainda estou solteiro e sou lésbico assumido. Seja como for já andava com a ideia de organizar um Qiuiz Semanal num espaço diferente e o novo Sound Club é o espaço ideal para jogar com menos pessoas , num ambiente diferente, sem sair da zona nevrálgica da noite de Lisboa, que é Santos. Espero que as pessoas adiram e que lá para o Outono possamos ter duas noites fortes de Quiz em Lisboa, aqui e na Barraca.
Que novidades poderão os participantes no quiz do Sound Clube encontrar em relação a outros quizzes?
Enganem-se os que acharem que vão ter um Quiz com 49 perguntas de Geografia. Vão ser jogos Generalistas, com vários temas e sempre a insistir nas actualidades (vejam as notícias), serão 40 perguntas nos jogos escritos. As equipas serão constituídas no máximo por 4 pessoas e receberão pontos de assiduidade e prémio. Não se trata de pontuar para um campeonato mas sim anotar a presença dos mais habituées. No final de cada ano as três equipes mais assíduas terão direito a surpresas. Haverá sempre música nos jogos , variando o número destas. Na 3ª terça de cada mês, um dos meus convidados, fará o jogo dessa noite,cujo repertório será da sua responsabilidade. E na última terça do mês, Cascata para os mais entusiastas!
Pelo que percebemos, um dos objectivos é captar novos públicos, nomeadamente junto da população universitária. Achas que será um alvo fácil de conquistar?
Eu trabalhei muitos anos com os Estudantes Universitários, na Produção deRecepções ao Caloiro e como pioneiro das Noites do Estudante, nas discotecas de Lisboa. Conheço bem o mercado e vou tentar divulgar por aí, mas isto não se trata de fazer festas com estudantes, trata-se de divulgar um conceito de diversão muito próprio, mas com muitas pernas para ter mais seguidores.
Quanto ao Sound Club da Lapa, achas que oferece condições ideais? E quanto a consumo e a preços?
O estabelecimento não é grande, é assaz diminuto, possuindo uma bela calçada Portuguesa interior e uma boa instalação sonora. Quanto a lugares sentados pelo menos 32 são certos, jogando 8 equipes sentadas numa fase inicial. Numa fase posterior vamos ver como alargaremos isto. Quanto a preços são os praticados noutros locais desta zona de Lisboa. Em relação ao Som destaque para a qualidade musical, estilo retro, pop rock, house, funk , com vártios Dj´s convidados todas as noites.
Que mensagem gostarias de deixar àqueles que estarão, depois de nos ler, a ponderar visitar-vos numa destas terças?
O meu principal objectivo é obviamente divulgar a modalidade. Depois que as pessoas se divirtam e que fiquem adeptas deste modo de lazer. Espero que o possam fazer.
Nós que conhecemos bem o Nuno Vitoriano, o empenho que coloca em tudo o que se envolve e a qualidade dos jogos em que é Quiz-Master, não temos dúvidas: o novo quiz do Sound Club da Lapa é altamente recomendado pelo Blog QdC. Não falte!
Labels: Entrevistas, Nuno Vitoriano, Outros Quizes, Quiz da Lapa
Friday, April 20, 2007
Apresentação: Os Golfinhos

São uma das nóveis equipas da edição de 2007, os Golfinhos. Patrocinada por quizzers que alinhavam pelos N.N.A.P.E.D. não têm desiludido até ao momento: nas duas participações, nunca se deixaram ficar pelo primeiro nível. Em ano de estreia, estará para breve a entrada nos pontos? Uma equipa que revela potencial e que com maior experiência poderá lançar-se para voos mais altos. Para já, vai recolhendo simpatias. São também, note-se, a única equipa do Quiz de Cascata em que a maioria do plantel é feminino.
Luís Cabaça: "Este é apenas um ano de aprendizagem, mas temos ficado aquém das nossas expectativas"
Nome da equipa: Os Golfinhos Classificação 2006: Estreantes em 2007
Que plantel inscreveram?
A equipa dos Golfinhos é constituída por mim, pela Rita Certã, Sandra Campaniço, Ana Rocha, Mário Monteiro e pelo Pedro Barros. Somos uma equipa unida e prontos para triunfar! Conhecemo-nos à relativamente pouco tempo, mas temos plantel!
Que perspectivam para este campeonato? Quem são os favoritos à vitória final?
Quais as ambições e expectativas da vossa equipa?
Concordam, genericamente, com as modificações regulamentares?
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Thursday, April 19, 2007
5 perguntas a... um par de Mamedes
Jorge, como está a correr a recuperação da lesão no joelho? A evolução permite-te marcar presença no jogo de sexta-feira?
JP - Já estou em plena fisioterapia, o suficiente para arrastar a carcaça para o estádio da Ajuda.
A dupla Pascoalinho/Humberto é a líder do Prémio Oiçam. Estás esperançado que os possam ultrapassar?
AG - Não é esse o nosso objectivo, embora nos honrasse muito. Mas o prémio está bem entregue, dada a experiência e simpatia da dupla campeã actual. Será prémio suficiente se a prova for considerada divertido e informativo pelos quizeiros.
Como está neste momento a preparação do jogo? Têm tudo finalizado?
JP - Sim, claro. Somos engenheiros. Quer dizer; o Alex é. Eu sou licenciado em engenharia, a ordem não acredita em mim. Mas isto interessa a alguém?
É pública a tua crítica à escassez relativa de perguntas da área temática das "ciências empíricas" nos jogos de QdC. Que áreas temáticas irão privilegiar no vosso jogo? E existirá alguma surpresa, como os slogans publicitários do mês passado?
AG - Nenhum privilégio: dividimos equitativamente as perguntas entre quatro temas principais, conforme explicarei. Surpresas, quatro:
- apoio do computador, para as perguntas, ordenamento e pontuação;
- a divisão equitativa, sem minorizar a ciência;
- a existência de uma prova escrita com classificação americana (quem
mais faz, tem certo);
- algumas perguntas de cascata com trocadilhos e quejandos.
O jogo que a vossa equipa organizou na época passada ficou marcado pela polémica. Esperam que as coisas decorram de forma mais calma desta vez?
JP - Sim, claro: não poderei avacalhar, a minha equipa não pontua e não se decide quem é o campeão do Universo.
Que esperas da perfomance dos Mamedes que actuarão desfalcados de ti e do Alex?
AG - Espero que corra pior, sinal que somos importantes para a equipa. Mas que nao corra demasiadamente mal, sinal que somos imprescindiveis.
Brevemente, no QdC: Os Golfinhos, esses desconhecidos.
Labels: 5 perguntas a..., Alex, Entrevistas, Jorge Páramos
Wednesday, April 18, 2007
António Pascoalinho e Humberto Silva em entrevista: "É bom servir de referência"
Como receberam a notícia de que o vosso jogo lidera o Prémio Oiçam, o prémio do Blog para a Melhor Organização?
É sempre bom servir de referência para que os futuros organizadores façam ainda melhor que nós. Se viermos a ganhar o Prémio Oiçam no fim do ano, então seremos nós próprios quem tem de fazer melhor em 2008.
Ficaram satisfeitos com o acolhimento que mereceu o vosso jogo?
Foi óptimo sermos abordados por elementos de várias equipas (mesmo dos eliminados) a dizer que gostaram.
Que destacariam, pela positiva e pela negativa, no jogo que organizaram?
Positivo: a reacção civilizada de todos. Negativo: a ausência de chuva.
Houve críticas relativas à dificuldade da parte escrita e do nível fácil. Acham que fazem sentido?
A prova escrita tem 10 a 15 minutos para se fazer, as cascatas 20 seg. Porque não há de a escrita ser mais difícil? E só 2 das 10 perguntas não foram acertadas por ninguém!
Ao contrário do que o Pascoalinho tinha afirmado, acabaram por aceitar uma resposta que não estava no cartão. Querem explicar esse caso?
O que está no cartão é uma referência importantíssima. Mas se, como foi o caso, a resposta de uma das equipas está obviamente certa e o organizador percebe isso no momento sem ter que ir “checkar” à net, há algo ainda mais importante que o cartão: chama-se BOM SENSO.
Os Fósseis têm sido regulares, mas têm estado algo longe das vitórias. Preocupa-vos a forma como iniciaram o campeonato? Quais as expectativas para a jornada de sexta?
Não nos preocupa nada. Os Fósseis são isso mesmo. Antigos mas duradouros.E aguardamos o teste de Ciências dos Mamedes com ansiedade!
E na rotativa, isto: as 5 perguntas a... Jorge e Alex; apresentação dos Golfinhos, com entrevista a Luís Cabaça; Ajuda, uma freguesia com história; os favoritos para sexta-feira; entrevistass com os BMV e os Lagartixa (se responderem) e muito mais. EXTRA: brevemente, em exclusivo neste blog, uma revelação surpreendente sobre o jogo de sexta-feira!
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Friday, April 13, 2007
Carlos Santos: "Andaremos sempre aos soluços"

N.N.A.P.E.D. É sob este acrónimo semi-assustador, com uma ressonância vagamente científica, que se abriga uma das equipas mais simpáticas e populares do campeonato de QdC - a "equipa dos médicos". Depois do 7º lugar, ex-aequo com o 6º, na época anterior, os N.N.A.P.E.D. ainda não conseguiram pontuar este ano - parecendo ter dificuldades em acompanhar a subida de perfomance de algumas equipas do "campeonato de esperanças". Como temos fobia a estetoscópios, fomos falar com o não-médico da equipa, o Carlos Santos, sobre a época que os NNAPED têm feito, as perspectivas para o futuro e a influência da cisão que deu origem aos Golfinhos. E não se pode dizer que a confiança abunde. Até a esperançosa referência a um Benfica que vai "de baixo para cima" parece baça face aos acontecimentos recentes. Ficam então as resignadas explicações do Carlos Santos, que será o organizador da jornada de Maio e, por isso, voltará em breve ao destaque neste blog.
Carlos, a prestação dos NNAPED esta época está muito abaixo das expectativas, ainda não marcaram pontos. Que se tem passado?
Muito simples, ainda não conseguimos ter a equipa completa. Isto de fazer parte de equipa de médicos não é fácil,raramente nos conseguimos juntar. Mas somos como o Benfica… de baixo para cima. E há a salientar que duas equipas (do nosso campeonato J estão mais fortes esta época, que é de saudar!
O aparecimento da nova equipa dos Golfinhos, constituida por alguns elementos que já estiveram no vosso colectivo, enfraqueceu-vos? Como avalias as prestações que eles têm tido?
Em certa parte ha um pouco de verdade nisso, dois elementos que agora são dos Golfinhos eram os que nos colmatavam as falhas dos médicos. Estando eles agora do outro lado. Eles não são nada maus… e quase de certeza que se continuassem connosco teríamos mais pontos, sem duvida! A prestação deles, enfim... passaram sempre à segunda fase, mas sinto que ainda é tudo novo para eles.
Na última jornada, já conseguirm ir à 2ª fase e ficaram a um passo dos pontos, em sétimo lugar. Estão a reganhar ritmo?
Acho que nunca vamos ter o ritmo certo, andaremos sempre aos soluços. Como disse a equipa muda sempre de mês para mês. O sétimo lugar do ultimo quiz deve-se em parte ao ter sido feito pelo Pascoalinho, gostamos dos quizes dele… já no ano passado brilhámos com ele!
Para a próxima jornada, é expectável uma dose de ciências empiricas superior ao habitual. Isso poderá favorecer-vos? Era um jogo destes que aguardavam? Poderá representar o arranque para um bom resto de época?
Nunca é de fiar um Quiz feito pela malta das Ciências. Eles são imprevísiveis… tanto pode acontecer isso, muita ciência, como o contrário. Relembro que eles já apareceram de pais natais na época passada, darão algo a alguém??
A propósito disto, como têm acompanhado a polémica sobre a escassez relativa de perguntas científicas no QdC?
Não acho que seja polémico o facto de não haver muitas perguntas científicas, outros temas também os há que raramente são abordados. Por exemplo do meu ramo, quantas perguntas de engenharia Civil houve em 15 Quizzes? Duas? Três? Polémica .. zero!
Que haja é perguntas engraçadas que fiquem na nossa memória, e nem que sejam todas do mesmo tema!!
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Tuesday, April 10, 2007
Vítor Magueijo: "Sou um simples servo do Senhor"
Durante toda a época passada, a melhor classificação dos Mineteiros do Apocalipse foi um sexto lugar. Depois do semi-flop que se revelou a sensacional contratação do galáctico Júlio Alves, o capitão Pedro Ramalho optou por recorrer ao mercado externo, numa decisão que se tem revelado acertada. A entrada de Vítor Magueijo, químico e investigador científico, parece ter sido decisiva para o aumento da qualidade do jogo apocalíptico, transfigurando radicalmente a equipa. Hoje já ninguém se atreverá a perguntar «quem é aquele novo, que parece saído da FER?». Na presenta época, já arrecadaram 10 pontos em 3 jogos e prometem não ficar por aqui. Foi com este recém-chegado ao mundo do quiz de cascata que fomos falar, tentando perceber quais são os objectivos dos M.A. para a presente temporada.Vítor, a tua contratação pelos MA provocou uma subida do nível de jogo da equipa - depois de em todo o campeonato anterior apenas terem feito um ponto, neste já vão com 10. Estas contas reflectem a tua importância?
Em primeiro lugar as minhas saudações a todos os leitores deste blog. Respondendo à tua questão…não sei. Pode ser pura e simplesmente fogo de vista de principiante. Espero que os Mineteiros consigam manter alguma consistência de resultados, só assim se poderá concluir que os reforços vieram melhorar a performance da equipa. No entanto, claro que espero ser uma mais valia para a equipa. Penso que os restantes elementos da equipa esperam isso de mim, senão não me tinham convidado em Janeiro depois de um quizz n’A Barraca.
Consideraste a estrela da equipa? Os MA são o Magueijo e mais 3?
Nem pensar. Apesar de MA serem as primeiras letras de Magueijo, não tem nada a ver. Sou um “simples servo da vinha do Senhor” como diria alguém que já envergou um uniforme da Wehrmacht e que passa as férias estivais em Castel Gandolfo. Atenção que quando digo Senhor refiro-me ao Senhor António meu pai, que tens umas vinhas lá para as encostas da Gardunha. Acho ainda que os Mineteiros têm que começar a ser constituídos por 1+4 elementos numa base regular. Isto de jogar só com 4 é atirar alguns pontos para a sarjeta. Temos alguns elementos adicionais, mas tem sido difícil juntar 5 elementos.
Neste momento, quais são os pontos fortes e fracos dos Mineteiros? Qual é o tema de que nem querem ouvir falar? E qual aquele que deveria ser obrigatório?
Isso é uma pergunta difícil de responder e à qual só consigo responder pessoalmente. Obrigatório não deve ser nenhum. Pessoalmente sou mais forte em ciências e geografia. As minhas fraquezas são a literatura, música e o cinema com mais de 20 anos. Por acaso tenho alguma curiosidade de saber qual seria o resultado de um quizz em que todas as perguntas de música e cinema são relativas a obras com menos de 20 anos. Presumo que não faça grande diferença para muita gente, mas para mim é uma diferença importante.
Qual foi aquela pergunta que ainda não percebeste com falhaste?
Foi na tv. Já passou uma semana e ainda não percebi bem o que me deu. Depois de quase 30 perguntas a aguentar-me e depois de várias grandes secas à espera que a moça que estava no meio respondesse (ela chegou a demorar 10 min para responder a uma pergunta!), consegui falhar pura e simplesmente na seguinte pergunta: “Quem compôs a Ode à Alegria?”! Tudo começa de uma falha básica minha, a de não reconhecer imediatamente que “Ode à Alegria” e “Hino à Alegria” (expressão que uso sempre) são a mesma coisa. A partir daí e com a ajuda de uma das opções ser um compositor português que conheço pouco, precipitei-me por um raciocínio estúpido e resolvi supor que era uma rasteira. Depois de carregar no botão e de rever o processo mental que tinha acabado de fazer, exclamei interiormente: “Ca’stupidez!!!”. Enfim, os 6 segundos não deram para inverter o raciocínio idiota em que havia engrenado. Pessoalmente, perder por precipitação numa pergunta estupidamente fácil é bem mais doloroso que perder numa pergunta em que pura e simplesmente não sei a resposta. E pronto, quem quiser gozar comigo acerca deste assunto está à vontade, já ressaquei ouvindo a Ode à Alegria no mesmo dia em que falhei a pergunta.
No último jogo, falharam pela primeira vez a fase final. O que aconteceu?
Eh pá, o último jogo foi complicado. Os temas principais em que as perguntas incidiram foram-nos um bocado avessos e tivemos alguma falta de sorte (que é obviamente amplificada em campos do conhecimento em que somos mais fracos). Zbroing de um lado e Cavaleiros do outro também não deixaram passar muitas cascatas. Mesmo assim ainda acertámos pelo menos duas cascatas no 1º nível. O problema foi as perguntas directas. Como já disse num post do blog, a preparação do último quizz foi muito cuidada e nisso dou os parabéns aos organizadores (imagino que não seja fácil), no entanto, por razões óbvias e sectárias eu preferia um conjunto de perguntas diferentes.
Como é que começaste a jogar quiz?
A primeira vez que fui a um quizz foi há já vários anos, mas as minhas passagens por quizzes foram sempre esporádicas até ao último ano. Por isso jogo regularmente há muito pouco tempo.
A modalidade de cascata, agrada-te?
Sim, definitivamente “dá mais pica”!
"É a homogeneidade dos Mamedes o que mais me surpreende e a separação forçada entre filosofia e ciência é um erro"
Sabemos que estás ligado à investigação científica. Como analisas a velha problemática da escassez de perguntas científicas nos quizzes?
Com alguma preocupação. Acho que é o reflexo de este país ter virado as costas à área científica e tecnológica durante muitos anos….e continuar a fazê-lo. O horror à Matemática (que eu próprio tive) é algo que está enraizado e que leva muita gente a não gostar das áreas científicas. Outros erros, como a separação muitas vezes forçada entre a filosofia e a ciência são também graves. É um problema do ensino. Professores desinteressantes (para não dizer maus) geram alunos desinteressados que mais tarde se tornam eles próprios professores desinteressantes. O problema não está no ensino superior (aí estão outros), começa na escola primária e agrava-se no secundário. Na minha opinião, e apesar de ser uma conclusão forçada, a falta de perguntas científicas nos quizzes é apenas um indicador de tudo isto.
É verdade que já tiveste convites de equipas do top3, nomeadamente aquelas que se apresentam mais debilitadas na área científica?
Utter nonsense. Não. Aliás, só comecei nestas lides em Janeiro por isso ainda conheço muito pouca gente das outras equipas. Além disso, quem quer um gajo que erra uma pergunta sobre a Ode à Alegria?!
Até ao momento, que avaliação fazes do campeonato? Que organização gostaste mais? E quais te parecem ser as equipas mais fortes?
O campeonato parece estar em grande. Quanto às organizações dos quizzes, tenho preferências mas não tenho queixas. Uns correm bem, outros correm mal. É um evento difícil de organizar e por isso quem o faz merece sempre o benefício da dúvida e a ajuda de quem está a jogar. Para mim, as equipas mais fortes são os Mamedes, os Cavaleiros e os Fósseis. Penso não estar a dizer grande novidade. Destes três, os que me surpreendem mais são os Mamedes. São muito homogéneos.
Julgas que os Mineteiros poderão imiscuir-se na luta pelo título? Se não, qual o vosso objectivo?
Não. Ui, isso é muito difícil. Eu diria que o nosso objectivo é chegar à final em todas as jornadas. A partir daí é bónus. Se conseguirmos começar a jogar com 5 pessoas pode ser que ajude a sermos mais consistentes.
O próximo jogo será organizado pelo mais público apologista de um maior número de perguntas sobre ciências, o Jorge Páramos. Estás especialmente confiante para essa jornada?
Estou mais confiante, mas não quero dar grande importância a isso. Teoricamente pode ser mais a meu gosto, mas nunca se sabe. Vamos ver se conseguimos ir a mais uma final.
Adenda: Após a realização desta entrevista, o Vítor Magueijo veio a revelar dotes líricos até então desconhecidos, recuperando uma estimável e querida tradição dos quizzes de cascata, a inesquecível poesia química - mas com versos muito melhores. Ao transcrever os versos do promissor, mas ainda incipiente, poeta químico, este blog presta, uma vez mais, um serviço à Arte que os vindouros recordarão: Molécula minha, minha bela trans-retinol / Tu que acompanhada da inebriante dopamina /Fazes-me suspirar quando observo o Sol /E sorrir ao admirar uma beleza feminina.
Labels: Entrevistas, M.A., Poesia Química, Vinicultura na Gardunha, Vítor Magueijo
Thursday, April 05, 2007
Gonçalo Pereira: O nosso objectivo não é lutar pela vitória, é ganhar a todo o custo"
Depois do precalço na última jornada, muito se tem falado nos mentideros da possibilidade de existência de divergências nos Zbroing quanto à prestação do Sérgio Gouveia como porta-voz da equipa. Gonçalo Pereira, em entrevista que hoje publicamos, refuta essas teses. Num discurso pacificador e revelando um enorme espírito de "família", Gonçalo adopta uma estratégia de defesa do grupo, exemplarmente retratada na frase «resta impedir que eventuais desentendimentos internos cheguem a público». De resto, louve-se a notável atitude desportiva do Gonçalo, infelizmente já pouco habitual nestes tempos selvagens, quando, dando mostras de uma generosidade pungente afirma, referindo-se a lesões em adversários com que em tempos foram confrontados «foi extremamente desagradável, e não gostaríamos que tal voltasse a acontecer». É gente desta que faz falta ao desporto.Uma das vossas respostas no último jogo - a das dimensões da folha A4 - entrou no anedotário do campeonato. Já se apuraram responsabilidades?
Não, mas eu apuro-as num instante: aparentemente os meus colegas pensam que o quiz é um desporto individual que se joga em equipa. Assim, todos querem brilhar, respondendo a mais perguntas do que os outros, nem que se tenha de fingir que se conhece, ainda que vagamente, o assunto da pergunta. Aliás, nós devemos ser das poucas equipas que, ao invés de contabilizar os pontos dos adversários, assinala a prestação dos seus próprios membros.
A posição do vosso porta-voz poderá estar em causa? Ao que sabemos, num caso anterior algo similar ( o do acérrimo), optaram pela dispensa. Irão continuar a adoptar esta política de tolerância zero?
É improvável que se possa adoptar essa política, visto que, de uma maneira ou de outra, todos os meus colegas têm manifestado comportamentos inaceitáveis. Assim de repente, e sem especificar nomes (mas eles sabem quem são), temos um que já foi apanhado a comemorar pontos de outras equipas – confundindo até terceiros que pensaram que o ponto nos tinha sido atribuído - , outro que insiste em chegar tarde e a más horas, ainda por cima com desculpas esfarrapadas como “fui jantar com um amigo que não via há três anos e que se vai casar”, outro que afirma que dormir uma hora nas noites que precedem um quiz o ajuda a manter a concentração, quando é notório que ocorre o contrário, outro que diz que é especialista em vários temas mas que depois se fecha em copas quando surgem perguntas dessas áreas, e por fim outro que afirma que é o suplente e por isso se recusa a comparecer, mês após mês. Visto que até ao momento apenas o meu comportamento tem sido irrepreensível, não há muito a fazer, a não ser, talvez, impedir que eventuais desentendimentos internos cheguem a público.
"Os meus colegas não passam de umas fraudes, uns vigaristas, uns profissionais da charlatanice"
É verdade que o artigo do Sérgio no blog foi entendido, no seio da equipa, como uma tentativa de desculpabilização? Há até mesmo quem fale numa crise de balneário.
Não, negamos tudo! O balneário é óptimo, cheio de camaradagem, e estamos mais unidos do que nunca. Todos concordamos com o artigo do Sérgio, sobretudo porque temos consciência que os nossos colegas não passam de umas fraudes, uns vigaristas, uns profissionais da charlatanice. Especialmente eu. A parte de ter consciência, não de ser uma fraude.
Depois de um segundo lugar, regressaram agoras aos pontos. Mas já estão algo distantes dos lugares da frente. Ainda acreditam que podem lutar pelo título até ao fim?
O nosso objectivo não é lutar pela vitória, é mesmo ganhar a todo o custo. Nem que, para isso, seja preciso recorrer a métodos menos ortodoxos, eticamente reprováveis até (risos maléficos). Uma sucessão de infelizes acidentes, por exemplo, anulando pedras basilares das equipas adversárias. Nada que nunca tenha sido feito. Lembro-me de uma pessoa, aqui há uns anos, que ao fazer a barba… (pausa para verter uma lágrima) Enfim, foi extremamente desagradável, e não gostaríamos que tal voltasse a acontecer. Mas pode ser que não se volte a verificar, basta que os deuses do quiz nos sejam favoráveis.
Prevê-se que o próximo jogo possa ter uma dose de ciências duras superior ao normal. Algo que vos preocupe especialmente ou confiam mesmo no Luís Bravo?
Duras ou moles, o Ciências é o Ciências é o Ciências.
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Friday, March 16, 2007
Ontem Cavaleiro, hoje Leporino....amanhã Laranja? Sérgio Costa: liberdade ou infidelidade?
Em Junho do ano passado, no post de apresentação dos Cavaleiros do Apocalipse, um elemento da equipa, designado Sérgio Costa, é descrito desta forma: « Outro ajudense de gema, génio dos chavões publicitários e o homem a quem Alexandre O'Neill roubou o maior número de slogans(...) Na sua última prestação no Quiz de Cascata, logrou, ainda que a espaços, fazer esquecer o Fred. Está na luta por um lugar no cinco inicial.» Já em Fevereiro deste ano, César Manta dá uma entrevista a este blog. A dado passo afirma: «o Sérgio, um mercenário destas lides, que alinhará connosco enquanto lhe conseguirmos arranjar embalagens de Conguitos, algo que nem sempre é fácil». Passados uns dias, eis que no blog se lê isto: «Existe ainda um elemento que para nós é fundamental, que é o Sérgio Costa, que foi nosso suplente na época passada, mas que este ano pediu para não o inscrevermos, de forma a poder ganhar mais minutos de utilização cedendo os seus préstimos a outras equipas. Foi ele um dos responsáveis pela boa prestação dos Leporinos no último jogo.»Uma personagem sobre o qual o auditório se interroga: mercenário ou free-agent? Cavaleiro ou Leporino? Mais-valia ou fogo-de-vista? Enfim, quem é este homem? Um monstro de coração de pedra ou um romântico incurável, eternamente à procura de um destino? Um capitalista puro e duro ou um agente-duplo com interesses inconfessáveis? Com os cuidados necessários à abordagem de figuras deste tipo, e já sem pachorra para fazer mais dicotomias, tentaremos responder a estas inquietações, numa entrevista particularmente importante - para mais num momento em que o blog QdC apurou que outra equipa do Campeonato está interessada em contar com os préstimos do ajudense. António Alves Cardoso, aka Patolino, terá ficado fortemente impressionado com a prestação do Sérgio num dos Jantares de Frielas onde formaram equipas juntos. Em declarações exclusivas a este blog, o Arquitecto Laranja afirmou que "Com aquele rapaz é que me entendi bem. O que eu não sabia, sabia ele. Se calhar, vou é oferecer-lhe dinheiro ara vir jogar na minha equipa. 25 euros por noite ou assim". Pode estar assim em curso uma contratação surpresa no Campeonato de QdC, possivelmente concluída até à noite de hoje. Escutemos então o Sérgio Costa, em mais uma entrevista com a marca de qualidade do Blog QdC:
Sérgio Costa: "Cavaleiros ou Leporinos? É como escolher entre ser esfaqueado na Brandoa ou atropelado em Valhe de Milhaços."
Sérgio, queres começar por abordar os factos que estão descritos neste intróito?
Gostaria de, antes de mais, avançar com uma confirmação: sou de facto apenas fogo de vista. Contudo, tal acaba por ser uma mais valia, já que em Portugal o fogo de artifício ainda é muito apreciado, arrastando multidões e sendo alvo de destaque em diversos Telejornais que não o da TVI. O que é que isso interessa para o Quizz? Muito possivelmente nada, até começarem a sair perguntas de pirotecnia. Abordando mais a minha posição no Quiz, digamos que o esquema táctico dos Cavaleiros de jogo pesado, piadas de balneário em que só um é que percebe,dietas de vitaminas etílicas e pressão arterial alta deixavam-me algo amarrado, não favorecendo o meu estilo de jogo. Nos Leporinos tenho mais liberdade, posso assumir o papel de criativo, fazendo pagar a peso de ouro o pouco que sei e mentindo valentemente sobre o muito que não sei. Até agora tem resultado e espero que continue.
Chegou hoje ao conhecimento público um acordão do Supremo Tribunal (caso Zé Tó vs. União de Leiria) que promete revolucionar o munda da bola. Sentes que podes estar a ser um percursor, não só do Quiz, mas de todo o desporto mundial?
Basicamente, o que isso pode fazer é desvalorizar o valor das rescisões dos atletas, que passará a ser calculado em função dos salários auferidos ao longo dos anos e não do valor mais abrangente da formação. Havendo uma entidade reguladora no Quiz e um regulamento protector da estabilidade das equipas e do mercado de transferências, creio que a haver alterações só se vão sentir na próxima época. De qualquer forma, meter-me no mesmo saco que um tipo chamado Zé Tó é como ver o João sem bigode: há ali qualquer coisa que não faz sentido.
Este blog sabe que há equipas, nomeadamente os Laranja, que poderão vir a tentar a tua contratação. Senteste bem com a camisola Leporina ou encaras a hipótese de experimentar a tua terceira equipa no espaço de um ano?
Eu sou daqueles que joga pelo amor à camisola, pelo menos até aparecer alguém que me ofereça outra camisola com um valor de mercado substancialmente mais elevado. No entanto, para além da financeira, também procuro a estabilidade emocional, pelo que vejo como difícil a hipótese de alinhar por uma terceira equipa.
Há quem diga que tens medo de compromissos - sendo essa razão para o teu estatuto de free-agent. Julgas que, no fundo, é Freud que pode explicar a tua peculiar situação no panorama quizzistico nacional?
Se tivesse medo de compromissos e relações difíceis, há muito que tinha deixado de ser adepto do Belenenses. Mas, as razões que me levaram a este chamado estatuto de free agent são racionais e conscientes, pelo que podemos dar ao Sigmund o devido descanso.
"Chorei no fim da Floribella, mas jogo com as cartas que me dão"
Mas como entendes o teu estatuto: como o de um mercenário empedernido, que só é fiel ao vil metal, ou de forma mais romântica, como a de um mercenário empedernido de um mau filme? O que te faz correr?
Olha, muita coisa me faz correr, por exemplo: no domingo vai ser a expectativa de uma medalha que vale 50 cêntimos e a maior concentração de fatos de treino numa ponte europeia. Não sou certamente um mercenário empedernido, pois estes não choram como eu chorei no final da Floribella (apesar de ser de alegria), mas sou uma pessoa (no sentido lato da palavra) que joga com as cartas que lhe dão e tira daí o melhor que pode. Se para isso tenho de ser um free agent, então seja.
Nunca um teu colega de equipa colocou em causa a tua lealdade ao colectivo?
No futuro, achas possível uma ligação contratual mais séria a alguma equipa?
O futuro está sempre em aberto, mas a exclusividade é algo que se paga caro, até no mundo do Quiz, por isso é continuar, sempre com tranquilidade, como diria aquele rapaz do penteado rebelde.
Os Leporinos são uma das poucas equipas a terem marcado presença nas duas fases finais até ao momento. A equopa está satisfeita com a actual perfomance ou pensa poder almejar algo mais?
O principal objectivo da turma Leporina é de facto marcar presença em todas as fases finais, apesar de sabermos que isso é complicado. Depois, a partir daí é ver até onde dá para ir, mas também temos a noção que há sapos maiores no charco em que pululamos.
Gostas mais dos Cavaleiros ou dos Leporinos? Ou dos 5 contos de réis dos Laranja?
Isso é como perguntar se prefiro ser esfaqueado na Brandoa ou ser atropelado em Vale de Milhaços. Se puder, prefiro não ter de escolher, tirando os cinco contos dos Laranja, os quais não me importava de recolher, mesmo sem jogar por eles, tipo uma lembrança de cortesia.
Conheço o Rogério desde tenra idade o que, para além de diversas consultas de psicanálise, também gerou laços de amizade que ainda hoje se mantêm, daí ter mantido a porta aberta em relação ao meu regresso. Em relação aos Leporinos, foi o destino que juntou gente com formações muito distintas, num determinado local e num dado momento. A amizade surgiu e daí aos Leporinos (ocasionalmente também Espertalhos do Carinho no antigo Bar Quiz) foi um pulinho.
Sérgio, podes assegurar, com toda a certeza, que na sexta-feira estarás presente na Ajuda envergando a camisola dos Leporinos?
Parece que desta vez, para além de Conguitos, até jantar me oferecem antes, por isso sem qualquer materialismo latente afirmo: na sexta serei Leporino. Sábado, logo se vê.
Já perdoaste ao Alexandre O'Neill?
Entre publicitários, os bitaites e as turras ocasionais são tão naturais como ter sede. O Alexandre tem o seu passado glorioso e o seu portfólioadquiriu estatuto imortal de relíquia nacional. Já eu terei de continuar a trabalhar no meu, para ver se alcanço a imortalidade ou, em alternativa, um T3 em Massamá. Já agora, se alguma das equipas do campeonato precisar de um refresh de naming, uma campanha promocional, criar um jingle ou uma assinatura imponente, aproveito a oportunidade para referir que também estudo propostas noutros campos para além do Quiz.
Aqui ficam pois as explicações desta personalidade complexa, a quem desejamos os maiores sucessos na sua carreira avant-garde. Onde sabemos que o terá, e sem precisar de se enfiar em poliéster, será neste blog, como colunista convidado - também deste somos leitores noutras paragens. Depois do Jorge Azevedo Correira, o Sérgio é o segundo nome na nossa lista de contratações, que será divulgada, por inteiro, durante o próximo fim de semana.
Labels: Cavaleiros, Entrevistas, Freud não explica, o que nos faz correr, Profissionalização, Sérgio Costa, T3 em Massamá
Thursday, March 15, 2007
Jorge Azevedo Correia: "Padecemos do terrível mal de jogar pelo prazer de estarmos juntos, sem a pressão de ganhar"
Jorge, os Ursinho têm tido um início de época conturbado, falhando por duas vezes a final. O que têm faltado à equipa?
Na primeira etapa do campeonato deste ano tivemos no nível médio QUATRO perguntas que deram a volta à sala, enquanto que nenhuma das outras equipas teve sequer uma que tenha dado a volta à sala. Eram as socas do índio e mais não sei o quê! É terrivelmente desmotivador quando isto acontece... Assim começamos a jogar frequentemente com quatro elementos (os mais indefectíveis) e o desempenho ressente-se.
Mas estas perfomances mais fracas já se arrastam desde a segunda metade da época anterior. Na crónica do último jogo o Luís Tirapicos Nunes fala numa belenensização dos Ursinho, que têm uma boa equipa mas são incapazes de apresentar resultados. Esta comparação faz sentido? Os Ursinho entraram num processo de decadência inexorável?
Nós padecemos do terrível mal de jogarmos pelo prazer de estarmos juntos. Não temos pressão de ganhar, até porque somos das equipas mais jovens. Apresentamos também o problema de possuirmos uma formação bastante semelhante. Somos todos de Humanidades. Três juristas, um politólogo e uma jornalista têm bastante dificuldade em diferenciar glândulas renais e glândulas supra-renais. Este tipo de preciosismos facilitam a vida a equipas que possuam especialistas em todas as áreas... Equipas construídas para ganhar. Não me passa pela cabeça deixar um amigo de fora de uma noite de Quiz para incluir uma estrela da “cóltura geral” ou alguém com uma formação diferente da nossa.
Em relação ao Belenenses apenas a devoção à Cruz de Cristo nos une.
O LTN também refere que poderão existir mexidas na equipa. Confirmas que assim acontecerá, já para o próximo jogo? Quais vão ser as entradas e as saídas?
Isso só poderá acontecer no caso de alguém não poder ou não querer ir na sexta-feira. Nesse caso temos uma vedeta a apresentar... Alguém que já deu excelente conta de si na anterior edição.
Uma "chicotada psicológica" é aquilo que vos faz falta para regressarem aos tops?
O que precisamos para chegar ao pódio é apenas de alguma sorte nas perguntas. Lembro-me de que há dois anos ficámos em segundo lugar a um ponto dos Fósseis com a actual formação. O problema é que as perguntas parecem afastar-se cada vez mais dos temas que apreciamos. Paciência...
Confirmas que têm existido elementos de quem esperavam algo mais, mas que não se têm apresentado a um nível condizente com as aspirações e o estatuto da equipa?
Penso que tais dificuldades podiam ser superadas com um aumento do preço do whisky na Academia da Ajuda...
Falando a sério, o prolongamento das sessões de Quiz até às tantas da manhã não ajuda nada. A malta está cansada e a meio já está com pouca paciência para pensar. Há alturas em que já não discutimos as respostas. Para não falar das proverbiais sonecas da Rita Costa...
Têm tido algum azar nas perguntas que vos têm calhado em sorte. Achas que poderão estar a ser penalizados por serem a equipa de reaccionários?
A vitimização é algo que não fica bem a pessoas de direita. Contudo parece-me bastante evidente que as perguntas do Quiz se têm vindo a “tecnicalizar”, o que é ilustrativo de uma mundividência pós-moderna e residual-marxista que é bastante bem dissecada por Kuenhelt Leddin, Alasdair Macintyre e Roger Scruton.
Em suma, acho que tem sido azar puro...
Tem sido bastante criticada a existência de poucas perguntas de ciência; mas é certo que outras áreas, como a filosofia, têm uma presença muito mais diminuta e poucos se preocupam com isso. A que achas que se deve este fenómeno?
A inexistência de perguntas de filosofia é apenas um sintoma do que disse anteriormente, que, apesar de não estar relacionado com o nosso azar nas perguntas (acho que as pessoas do Quiz se estão um bocado nas tintas para o nosso pensamento filosófico-político, e fazem muito bem!) demonstra que o conhecimento é confundido com a memória e com a posse de dados. O desprezo pela estruturação desses dados na formação de uma compreensão é reflexo dessa sociedade. Quem não conhece pessoas que têm uma memória prodigiosa e que são autênticos “primatas”, por serem incapazes de conduzir a informação para uma acção válida?
Para o jogo de sexta-feira, que esperam da organização do António Pascoalinho e do Humberto Silva?
Boas perguntas, firmeza no dirimir das habituais disputas, equilíbrio em cada nível de perguntas. Parece-me que esse é o segredo de um bom Quiz... Isso e a existência de perguntas inteligentes (onde a resposta não é óbvia, mas possui vários caminhos), que me parecem ser as mais divertidas. E que o sistema de som funcione, como é evidente.
Finalmente, uma pergunta clássica nas entrevistas à vossa equipa: o que acontecerá primeiro - uma vitória dos Ursinho no Campeonato de QdC ou a Restauração da Monarquia Nacional?
Uma vitória dos Ursinho. Num país onde o herdeiro do Trono defende posições republicanas...
Ao contrário do que acontece no país, neste blog não prescindimos dos princípios constituintes que nos alcandoraram ao sucesso. Como afirmamos no post anterior, é também por isso que, num gigantesco esforço financeiro, asseguramos que poderemos apresentar, a partir da próxima jornada, colunistas convidados, os quais, com liberdade editorial, abordarão assuntos relacionados com este jogo e com o campeonato. É com muita honra que apresentamos um dos Seis Magníficos: precisamente o Jorge "Abba" Azevedo Correia, de quem somos leitores atentos noutras paragens. (não, não vão ser os seis de direita...)
Labels: Entrevistas, Jorge Azevedo Correira, Ursinho Bobo
Friday, March 09, 2007
João Silva: "Respondo ao Rogério quando ele tiver idade para dizer o que quiser"
João, que balanço fazes do jogo que organizaste?
Foi um jogo com equipas demais para que corresse bem. A opção de ter perguntas de nível aproximado entre o 1 e o 2 teve a ver com a opção de evitar que fosse a parte escrita a definir quem passaria ao nível 2. De resto foi extenso, cansativo e com algumas surpresas.
Já detectaste os erros que cometeste? FOram em número menor do que esperavas?
O maior erro ou incerteza, ainda agora não sei a resposta completamente certa foi a do abatanado. Porque era uma pergunta que eu tinha feito em tempos e não tinha a certeza da resposta e não levava perguntas de reserva, ou levava só uma, não me recordo. Azar...meu.
Há meia dúzia de perguntas que há anos saem sempre nos teus jogos. Achas que só os teus companheiros de equipa é que reparam nisso?
Não. Eu disse-o na sala. Tu é que embora tenhas um bom volume de tola, és surdo. A repetição só acontece porque ninguém acerta, caso do Enterprise e Saratoga como sobreviventes de Pearl Harbour.
O jogo foi disputado por 16 equipas, uma experiência que se revelou complicada. Doravante, como serão as coisas?
Com 13 equipas.
A prestação paupérrima dos teus companheiros de equipa surpreendeu-te? Não. Eles são fracos sem mim a jogar ou bêbedo, longe deles, mas na sala.
E pela positiva, que equipa ou equipas tiveram uma perfomance superior ao que esperavas? BMV , embora não fosse uma surpresa assim tão grande, e pela negativa os Zbroing 747.
O blog anunciou que a JFA será o patrocinador oficial do campeonato. Que podes contar aos nossos leitores sobre este assunto?
Troféu todos os meses, embora não seja da minha responsabilidade pedi-los.
O Rogério deu recentemente uma entrevista ao blog em que foi bastante crítico quanto aos teus comportamentos. Queres responder?
Não. Só responderei quando ele tiver idade para dizer as coisas que quiser.
Labels: Balanço dos organizadores, Entrevistas, João Silva
Thursday, March 08, 2007
Apresentação: Fósseis
António Pascoalinho: "Favoritos são só os três primeiros do ano passado, regulamentos são para cumprir."
Nome da Equipa: Fósseis Paleocêntricos
Classificação 2006: 2º
Que plantel inscreveram?
José Pedro Borges (o Comandante); António Pascoalinho (o Cinéfilo); Humberto Silva (O Viajante); Carlos Hipólito (o Arquitecto); Frederico Carvalho (o Ensaista); Paulo Rebocho (o Desportista).
Que perspectivam para este campeonato? Quem são os favoritos à vitória final?
Mesmo com 16 equipas, os favoritos são os 3 primeiros do ano passado. Mai' nada!
Quais as ambições e expectativas da vossa equipa?
Esperamos, tout court, fazer melhor que o 2º lugar do ano passado.
Concordam, genericamente, com as modificações regulamentares?
Sim, desde que sejam para cumprir!
Notícia de última hora: Em arriscada missão de reportagem, uma equipa de jornalistas deste blog, actuando undercovered, detectou que a polémica que tem sido provocada pela instituição, já para a semana, de uma mini-cascata de acesso não será inconsequente. Ao que apuramos, elementos de duas equipas que foram convidadas a marcar presença (das quais, para já, reservaremos os nomes), reuniram-se ontem em recatado local da noite lisboeta para discutir o assunto e combinar uma estratégia conjunta de contestação às medidas da C.O.. Sabemos que, em alegre conturbénio colectivo e conspirativo, que durou até de madrugada, elementos destas equipas defenderam um principio cuja aplicação lhes permitiria marcar presença no jogo de Março, sem passarem pelo qualifying. Prevêem-se, uma vez mais, tempos díficeis para esta Comissão Organizadora; e sobre esta polémica, aquilo que será defendido por estas equipas, e quem são elas (bem como todos os detalhes sobre a reunião conspirativa), daremos aqui notícias muito brevemente.
Labels: António Pascoalinho, Apresentações, Conspiração, Entrevistas, Fósseis, Última hora
Thursday, February 15, 2007
Apresentação: Zbroing 747
Sérgio Gouveia: "Somos fresquinhos e esperamos um campeonato rasgadinho"
Nome da equipa: Zbroing 747
Classificação 2006: 10º
Blog: zbroing747.blogs.sapo.pt
Que plantel inscreveram?
O plantel possível. Seis homens, cada um especializado na sua área muito específica: um tem bigode, dois são casados, outro é da Figueira da Foz, ainda outro tem uma mota mas anda de carro e o último chama-se Gonçalo. São respectivamente o Padilha, o Serras Rodrigues, o Ciências, o Sérgio, o Megas e o Gonçalo.
Que perspectivam para este campeonato? Quem são os favoritos à vitória final?
Um campeonato rasgadinho, emoção, aquelas coisas. Por sermos fresquinhos conhecemos ainda mal a maior parte das equipas, mas diria que se o sorteio não nos deixar numa mesa entre Mamedes e Cavaleiros não ficamos muito aborrecidos. (a utilização dos termos fresquinho e rasgadinho é da exclusiva responsabilidade do autor e não implica os restantes membros Zbroing 747. E se não se souber quem é o autor também não vem mal ao mundo).
Quais as ambições e expectativas da vossa equipa?
Fruirmo-nos e ganhar um jogo. Se virmos que é muito fácil poderemos ter vontade de ganhar mais. Ainda não decidimos bem, mas conquistar o Myanmar também era bom. E vá, lutar pela paz entre os povos.
Concordam, genericamente, com as modificações regulamentares?
Achamos giro haver um regulamento. Aqueles de nós que são casados estão já a ser olhados de lado lá em casa. Novamente, por não termos acompanhado de muito perto a época passada não temos uma opinião formada neste tema fascinante. Iluministas que somos, no entanto, gostamos quando a lei reflecte os costumes e vontades gerais da comunidade. Se for esse o caso, baril.
NDR: As equipas Laranja Mecânica, Mineteiros e Fósseis não estão nestas apresentações porque não responderam. Tentaremos apresentá-las para o mês, juntamente com os Golfinhos e os Moscatéis.
Labels: Apresentações, Entrevistas, Sérgio Gouveia, Zbroing 747
Wednesday, February 14, 2007
Apresentação: Os Cavaleiros do Apocalipse
Fernando Silva: "Os favoritos somos nós, mas é preciso saber sobreviver na adversidade"
Nome da Equipa: Cavaleiros do Apocalipse
Que plantel inscreveram?
Penso que o plantel é o mesmo do ano passado. Na 1ª sessão jogámos com a equipa do costume. No que diz respeito aos convidados o "Mister" é que trata disso.
Que perspectivam para este campeonato? Quem são os favoritos à vitória final?
Os favoritos são os três do costume mas espero que este ano apareçam mais equipas a lutar pelos primeiros lugares. A 1ª jornada deu boas indicações que o título pode ser disputado por cinco ou seis equipas o que, a verificar-se, seria excelente. Relativamente aos favoritos dos favoritos, como todas as sondagens indicam, penso que somos nós. Mas isso é apenas um jogo de expectativas. No terreno podemos perder como aliás já aconteceu no ano passado.
Quais as ambições e expectativas da vossa equipa?
Esperamos ser mais regulares que no ano passado. Ganhar jogos é importante mas ir sistemáticamente à final e conseguir 2ºs e 3ºs lugares em jogos que correm menos bem é a chave do título. O regulamento premeia mais a regularidade do que as vitórias ( uma equipa só com 2ºs e 3ºs pode perfeitamente ganhar) e a equipa dos Cavaleiros, à boa maneira portuguesa, foi uma equipa capaz do melhor e do pior no ano passado. Como praticante de um desporto mental duríssimo, sei que qualquer um tem um dia em que joga bem mas, os verdadeiros campeões, são aqueles que conseguem sobreviver na adversidade e transformar derrotas em vitórias (ou pelo menos em empates). No fundo qualquer actividade desportiva tem uma vertente económica: o importante é reduzir os danos.
Concordam, genericamente, com as modificações regulamentares?
De um modo geral sim. Continuo a pensar que a época devia ser de Setembro a Junho. Esta situação pode resolver-se se este campeonato acabar em Outubro e o próximo decorrer entre Novembro e Julho. Neste caso o 4º campeonato já seria disputado no calendário normal.
Outro aspecto que merece ser considerado, e já abordei na questão anterior, é o facto da diferença pontual entre o 1º e o 2º dever ser, no meu entender, maior que entre o 2º e o 3º (por exemplo 10, 7, 5, 4, 3, 2, 1). Isto dava maior capacidade de recuperação às equipas atrasadas e tornava o campeonato mais competitivo uma vez que, uma equipa que ganhasse dois jogos seguidos, dava um pulo maior na classificação. Nos moldes em que está a pontuação uma equipa que ganhe algum avanço na primeira metade tem mais facilidade em gerir o final do campeonato.
Labels: Apresentações, Cavaleiros, Entrevistas, Fernando Silva, futuro do quiz, Regulamentos
Tuesday, February 13, 2007
Cinco perguntas a...João Silva
João, depois de impores a ti próprio uma pausa sabática de um ano, em penitência por erros cometidos no quiz de 2006, estás de regresso como organizador. Algum nervosismo especial?
Estou completamente aterrorizado. Diria mais em pânico. Pior, sinto-me um Fernando Santos.
O ano passado o teu quiz distinguiu-se pelas perguntas cujas respostas eram nomes de equipas. Tens alguma surpresa para este ano?
Tenho. Vou realizar o jantar, dizer que são 30 euros por pessoa e ficar com o resto do dinheiro da malta.
O teu jogo vai seguir o critério de divisão por temas, a exemplo do ano passado?
Não haverá temas fixos, mas um cuidado para que respondam sempre aos mesmos temas( escolhidos de molde a falharem muito), só para ficarem em brasa.
Já decidiste o critério que vais utilizar?
Já. Eu mando, decido. Vocês aguentam-se.
Entretanto, como membro da C.O., sabemos que a 24 horas do prazo limite, as inscrições para o jantar ainda são poucas. Há até o risco de este ser anulado?
Há. Fico ainda com mais dinheiro pq vou alegar que tive de sinalizar 75% de 60 pessoas.
De resto, confirma-se que o jantar será n'O Mercado, em Alcântara. E mais: pela primeira vez na história o QdC será disputado por 15 equipas. Além das 13 presentes na primeira jornada, daremos as boas-vindas aos Golfinhos e saudaremos o regresso à competição dos Moscatel & Scones. E tratem é de confirmar as presenças no jantar.
Na rotativa: Apresentações dos Cavaleiros e dos Zbroing, com Fernando Silva e Sérgio Gouveia; a primeira grande entrevista de 2007 com Rogério Alves, perdão Costa: a análise a todas as equipas e a crise interna dos Cavaleiros; os itinerários para sexta-feira; a entrega dos prémios de 2006; 5 coisas a fazer para ter um bom resultado num jogo do Bigodes; e, já amanhã, cai finalmente o véu sobre o novo patrocinador do Campeonato de Quiz de Cascata.
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Monday, February 12, 2007
Apresentação: N.N.A.P.E.D
Carlos Santos: "É para arrasar, o nosso objectivo é o pódio.
Nome da Equipa: Não Negues À Partida uma Equipa que Desconheces [N.N.A.P.E.D.]
Classificação 2006: 7º lugar
Que plantel inscreveram?
Os mesmos, equipa que fica em sexto não se mexe! Foram inscritos 2 elementos novos, mas eles vão saltar para uma outra equipa..( a dos Golfinhos). Não precisamos de mais ninguém, o arraso vai ser total.
Que perspectivam para este campeonato? Quem são os favoritos à vitória final?
Alcançar o Pódio. Sem misericórdia! Os actuais campeões são os favoritos, no quiz e em qualquer modalidade. É sempre assim: os campeões têm de defender o seu titulo!
Quais as ambições e expectativas da vossa equipa?
Como disse anteriormente.. é para arrasar. O pódio é o objectivo!
Concordam, genericamente, com as modificações regulamentares?
É sempre bom haver regras, mas já sabemos que não as há… sem excepções!Assim, é esperar que sejam poucas as excepções.
Nas próximas duas apresentações teremos os Cavaleiros e os Zbroing 747.
Adenda: os Cavaleiros respondem ao parecer do Leal Conselheiro em comentário no post respectivo. Apesar acatarem a decisão, a contestação é forte: «Registamos, uma vez mais, e como parece ser regra consuetudinária e não escrita, que todas as decisões tomadas pelos poderes instituídos do QdC, sejam organizativos ou fiscalizadores, vão contra os interesses e legítimas expectativas da nossa equipa». Uma polémica que promete.
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